A proposta do parlamentar Elisandro Fiuza/Republicanos foi aprovada em plenário e segue para sanção ou veto do prefeito Daniel Guerra/Republicanos.
Os vereadores caxienses aprovaram, nesta quinta-feira (26/09), a inclusão do Dia da Bíblia no calendário oficial de eventos do município. Assinado pelo vereador Elisandro Fiuza/Republicanos, o projeto de lei (PL) 80/2019, que contém substitutivo (SB-1/2019), segue, agora, para sanção ou veto do Executivo. No caso do substitutivo, discorre apenas sobre um ajuste na redação, sem comprometer o mérito da proposta.
Pelo texto, caso virar lei, o Dia da Bíblia no âmbito do município passará a ser celebrado no segundo domingo do mês de dezembro de cada ano.
Durante a apreciação de hoje, em segunda discussão, o autor fez a leitura da exposição de motivos do projeto. O documento registra o percurso histórico da criação da data no país. Conforme Fiuza, o Dia da Bíblia foi instituído oficialmente como comemoração nacional por meio da lei federal 10.335, de 2001, cuja celebração ocorre justamente no segundo domingo do mês de dezembro.
“A Bíblia é considerada o instrumento principal do Cristianismo para a propagação do amor incondicional de Deus e de salvação pelo poder de Cristo. Traduzida em praticamente todos os idiomas, a Bíblia serve de guia e referência para a Igreja, para os cristãos e todos aqueles que buscam se tornar seres humanos melhores”, disse o vereador.
O republicano acrescentou informações sobre a estrutura do livro, com base na abordagem cristã: é dividido em duas grandes partes, que são o Antigo Testamento e Novo Testamento. Também explica que a expressão “testamento” substitui o antigo termo grego que significava “pacto” ou “aliança”.
“A Bíblia trata da aliança feita por Deus com os homens, primeiramente por intermédio de Moisés e, em seguida, pelo ministério de Jesus Cristo”, esclarece o parlamentar, informando que as partes mais antigas das escrituras encontradas são um pergaminho de Isaías, em hebraico, do segundo século a. C, descoberto em 1947, nas cavernas do Mar Morto; e um pequeno papiro contendo parte do Livro de João (18.31-33, 37, 38), datado do segundo século d. C.
Por fim, Fiuza ressaltou que a celebração das escrituras sagradas acontece, anualmente, em cerca de 60 países. Nesse sentido, aproveitou para sugerir que a Casa de Leitura, Memória e Educação Legislativa da Câmara mantenha um exemplar para consulta da população.
Link Original: http://www.camaracaxias.rs.gov.br/noticias/index/19160
